język        lingua
  polski       portugês

Seja bem-Vindo!

 

Loja/troca

 

          Temos alguns livros, duplicatas, e podemos trocar para outro material sobre imigração polonesa no Brasil.

 

 * BOLETIM especial do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. comemorativo ao Centenário da imigração Polonesa para o Paraná. Curitiba: 1971.

    Vice-Presidente de Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense Edvino Donato Tempski escerve artigo/quase todo número deste Boletin/ - 509 páginas  "Quem é Polonês"

Bento Munhoz da Rocha Netto abre este boletim com artigo: Poloneses no Paraná. 

Quem é o Polonês.

Capítulo I - Gente nova no estado do Paraná. A Tormentosa Peregrinação de uma Leva de imigrantes.

Capítulo II - Generalidades. Os Registros dos Cronistas e Historiadores. Os Indo-Europeus e os Proto-Eslavos. A Situação Geográfica dos Proto-Eslavos. Os Achados Arqueológicos. Os Antepassados dos Eslavo-Poloneses. A Definição Antropológica.  A Comunidade Luzaciana. Os Eslavo-Poloneses na Transição das Eras. As Grandes Migrações dos Povos Europeus e seu Reflexo na Coletividade Eslavo-Polonesa. O Advento do Feudalismo.  A Polônia- Entidade Geo-Política Soberana no Cenário Europeu. Alguns Aspectos da Cultura Material e Espiritual dos Eslavo-Poloneses do Século X. Cultura Espiritual.

Capítulo III - Século XVI - Século de ouro - P Polonês medieval. Estrutura Social. A Vinculação do Homem à Terra. Dos Castros às Cidades. Dos Feudos aos Camponeses. A Eclosão das Cidades. A Coletividade Agrária e sua Vinculação à Terra. A Legislação Territorial. A Coletividade Urbana. Crescimento Espacial dos Centros Urbanos.  Conflitos Sócio-Econômicos e Ocaso da Expressão Política da Coletividade Urbana. O Nobre Fazendeiro. Seus Ideais. O Nobre Guerreiro e o Nobre Fazendeiro. A Família Nobre. Vida Social e Recreações. Vestuário. As Habitações. Os Interiores e os Utensílios da Habitação Nobre. O Camponês e o seu Confinamento Servil na Aldeia. O meio rural e o camponês. Ideais do Camponês. Vida Social e Recreações. O Casamento. As Habitações, os Utensílios, móveis, vestuário.

Capítulo IV - Século XIX - O Polonês Emigrante. Evocação Retrospectiva. Imagem Panorâmica. Trágico Epílogo. Ocupação do Solo Antes do Desmembramento. Interferência político-Administrativa Alienígena nas Áreas Rurais. Aspectos Sócio-Econômicos da Polônia Desmembrada. Bagagem Cultural do Imigrante Polonês. Aspectos Fisiográficos do Meio Rural. Cultura Material. A habitação. Outras Edificações. Mobiliário. Utensílios Agrícolas. Utensílios  de tecelagem. "Woz"/leia-se vuz+carroça/ Atividades Agrícolas. Arboricultura, Floricultura. Horticultura. Apicultura. Criação de Animais Domésticos. Pastoreio. Piscicultura. A Alimentação e Alguns detalhes da sua Preparação. Produção de Óleo. Lavagem e Passagem da Roupa. Atividades Industriais. Tecelagem. Fabricações de Peneiras, Joeiras Cravos. Marcenaria - Tanoaria. Cerâmica. Ferraria. Selaria. Curtume. Olarias. Acougueiros. Padeiros. Alfaiates. cordoeiro. Moinhos. Vestuário. Os Bordados e as Rendas. Recursos Decorativos da Habitação Camponesa. Artesanato Popular. Instrumentos Musicais.  A Vida na Família e em Sociedade. A Família. Atitudes e Motivação Social. O Nascimento. Cerimônias Nupciais. Cerimônias Fúnebres. Costumes Vinculados com a Habitação.  Costumes relacionados com o Calendário Anual. Concepções do Direito Popular. Cultura Espiritual. A Cosmologia e a Cosmogonia Popular.  Curandeirismo. Feitiçaria. Contos populares. Canções Populares. Manifestações Teatrais - Dramáticas e Meio-dramáticas. Jogos e Recreações. Danças. Música popular.

Conclusão.

Livro destinado á elites brasileiras para saber um pouco mais sobre os imigrantes poloneses que moravam entre eles. Apesar escrito com jeito pouco estranho - na época em que foi escrito cumpriu seu objetivo. Senhor Edwino Tempski foi Vice-Presidente de Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico Paranaense. Esta edição Volume XIV - Ano 1971 foi Edição Especial Comemorativa do 1o CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÕA POLONESA DO PARANÁ.

............................................

Seria bem e hoje repetir esta pergunta, frase: 

Quem é Polonês?  

 

 "Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa" são clássicos da literatura polonesa no Brasil.

 

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume I

    Publicação: Superintendência das Comemorações do Centenário da Imigração Polonesa ao Paraná.

Contribuição: Sociedade União Juventus

Coordenador Geral: Prof. F. Dranka

Coordenador Técnico: Prof. Ruy Chrystovam Wachowicz

 

Primeiro artigo: Conjuntura emigratória polonesa no século XIX. - Ruy Wachowicz

Segundo artigo : A "Febre Brasileira" na imigração Polonesa. - Ruy Wachowicz

Saporski - "O pioneiro dos semeadores" - Pawel Nikodem

Edmundo Sebastião Wos Saporski

Lá temos lista dos imigrantes vindos de Brusque no navio "Vitória" a Paraná.

1.Barcik Fabian 2.Chyly Grzegorz 3.Fila Leonard 4.Gbur Balcer 5.Gbur Kacper 6.Gebza Baltazar 7.Jelen Leopold 8.Kachel Stefan 9.Kania Antoni 10.Kania Franciszek 11.Kawicki Andrzej 12.Kempka Marcin 13.Kokot Filip 14.Macioszek Blazej 15.Otto Szymon 16.Otto Walenty 17.Pampuch Andrzej 18.Pampuch Wincenty 19.Polak Bonawentura 20.Polak Franciszek 21.Polak Pawel 22.Prudlik Marcin 23.Prudlo Michal 24.Purkot Jozef 26.Skroch Jozef 27.Stempka Dominik 28.Szajnowski Tomasz 29.Szymanski Tomasz 30.Walder August 31.Weber Walenty 32.Wos Mikolaj

Na senda dos pioneiros - de autoria de Mariano Hessel

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume II

    Este volume é dedicado as escolas da colonização polonesa no Brasil. Após apresentação, prefácio e introdução escreve sobre:

    Situação no Domínio Prussiano. Situação nos domínios Russo e Austríaco. Primórdios. Jerônimo Durski. Do Corpo Docente. Tentativas de Centralização e Organização. Escolas das Religiosas. Educação Familiar. Situação das Escolas Polonesas em 1914. A Primeira Nacionalização do Ensino. "Kultura" e "Oswiata" Organizações Teatrais. Surgimento de C.Z.P. Organização da Juventude. A Situação das Escolas Polonesas em 1937, no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Orientação Pedagógica, estatísticas Gerais, conclusão, Anexos, Bibliografia e 20 fotografias antigas.

Fragmento sobre Jerônimo Durski:

    O "Pai das Escolas Polonesas no Brasil" precedia da Prússia Ocidental, da região de Poznan. Chegou ao Brasil em 1851, entre os imigrantes pioneiros da colônia D. Francisca, atual Joinville, em Santa Catarina. Músico e professor, não encontrou aplicação para sua arte nas igrejas da colônia como organista, por ser diminuto o número de católicos, entre a grande maioria protestante. Após algumas dificuldades financeiras, encontramos Jerônimo Durski exercendo o comércio na cidadezinha de Tijucas, no litoral catarinense. Durante a Guerra do Paraguai, Durski já se encontra com sua família na Vila do Príncipe, atual Lapa, onde, devido à escassez de professores, volta a exercer o magistério, agora em português, língua que já dominava suficientemente para exercício primário. O presidente da Província do Paraná, Dr. Adolfo Lamenha Lins, ouvindo falar da existência de um pedagogo de origem polonesa no interior, mandou chamá-lo à capital e nomeou-o professor da escola pública polonesa da colônia Orleans, nas proximidades de Curitiba, escola esta, como já observamos, que é pioneira entre as escolas polonesas oficiais no Brasil. Lecionou ainda, o Sr. Durski, nas seguintes localidades: Curitiba, Campo Largo, Portão, Campo Comprido, Ferraria, São Luiz do Purunâ e Palmeira. Entre seus inúmeros alunos, destacam-se: Clotário Portugal, que exerceu a Presidência do Tribunal de Justiça do Estado, Caetano Munhoz da Rocha, governador do Estado em 1920-27, e o conhecido historiador paranaense Romário Martins.  

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume III

    Uma filosofia nacional polonesa o mesianismo. 

Tentativa de apresentar este pensamento deJosé Maria Hoene Wronski, Adão Mickiewicz, André Towianski, Trentowski, Júlio Slowacki, Sisigmundo Krasinski, Cipriano Norwid e Augusto Cieszkowski.

    Publicações polonesas sôbre o Brasil.

Esbôço bibliográfico apresentado por João Krawczyk. Dividido pelos Relatos pessoais - 113 nomes. Ficção - 28 nomes e Poesia  3 nomes: Konopnicka Maria, Olcha Antoni e Tuwim Julian.

    Memorias de Koscianski - Romão Wachowicz.

"Memorias de Koscianski" foram apresentadas ao Concurso dos "Pamietniki Emigrantow" em 1937, alcansando o primeiro lugar para a América Latina.

43 páginas que falam sobre vida de um dos primeiros imigrantes, pioneiros, desbravadores. Começa de às margens do Goplo /lago-na Polônia, terra dos Piast/. Viagem para o Brasil. Rio de Janeiro, Paranaguá, Curitiba, Lucena. Bugreiro - adaptação para nova pátria. 

Sob-títulos seguintes: Madrasta, Dublasiewicz,Padeiro mansinho, Ferido, Baile e Velório, Dívidas, Travessia arriscada, Aula de Polônes junto à lareira, Revolta dos Botocudos, A velha pistola, Duas almas, Palito sangrento, O tigre e jumento, Outro encontro com jaguar, Corridas, Mecê e Senhor, Cegonha Sorrateira, Moralidade exemplar, Retôrno, Exame de consciência, Pagamento e despedida, A volta do filho pródigo, Florescem escolas, Doutor Kurycyusz, Segunda madrasta, Botocudos de Tocaia, América do Norte, Falamos à razão com punhos cerrados, As "Cegonhas", Finalmente estabelecido, Guia - Pé Grande, Sertão povoado, Lobos e cordeiros, Dr. Piechnik - médico e protetor político, Noite de cachorro, Barriga de Pachá, Erva- Mate, Igreja e Escola, Dr. Bucewicz - médico e cirurgião, Amor à Terra. 

Nota final: Estanislau Koscianski faleceu em 4 de fevereiro de 1967, em sua casa de madeira lascada, aos 88 anos de vida.

    Periódicos de Lingua polomesa no Brasil - por Pe. João Piton C.M.

Dividido: A imprensa periódica de 1892 até 1939 - 61 títulos. A imprensa durante Segunda Guerra Mundial - 13 títulos. Imprensa polonesa após Segunda Guerra Mundial - 27 títulos. Complementação: os almanaques 10. Cada item com pequena história.

    Textos e documentos.

Lista das 16 famílias que chegaram na Colônia Brusque SC em agosto 1869, no Vapor Victoria.

Lista das 32 famílias que immigraram da Colônia Brusque SC para Paraná - Curitiba

Lista das familias que chegaram a D. Francisca e de lá mandaram-se ao Paraná.

          Vapor Terpsichore - 37 famílias. Setembro 1873. Abranches.

          Vapor Guttemberg - 21 famílias. Setembro 1873. Abranches.

          Vapor Zanzibar - 6 familias. Novembro 1873. Abranches.

Junto 64 famílias e 258 pessoas.

Acresentando: Dar Pomorza, Emka / Ema /, Lwow ao Vapor Victória, Terpsichore, Guttemberg, Zanzibar, Cruzador Austríaco Zenta - temos mais importantes navios./na memória dos imigrantes/

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume IV

"Recordações de viagem"/1895-1897/. Autor: Estanislau Klobukowski - 

Tradução: Prof. F. Dranka.

Índice

Capítulo I

Motivos da viagem. Com os emigrantes sob os auspícios da Sociedade São Rafael. Problemas e cuidados em Viena e na Itália. Os agentes Nodari Gavott e Pe. Salesiano Duda. Gênova. Viagem pelo Oceano. Chegada ao Rio de Janeiro. Recepção pela colônia polonesa.

Capítulo II

No Rio de Janeiro. Descrição da cidade. Visita ao Consul Geral e ao Embaixador Austro-húngaro. Audiência com o Ministro da Indústria, Comércio e Obras Públicas, Antonio Olinto. Os emigrantes na Ilha das Flôres. Os poloneses no Rio de Janeiro. Regiões cariocas. Partida ao Paraná.

Capítulo III

Viagem e chegada a Paranaguá. Encontro com os diretores da estrada de ferro. Viagem de trem pelas Serras do Mar até Curitiba. O Semmering paranaense. Panorama maravilhoso. Permanência em Curitiba. Os poloneses. A  distribuição dos emigrantes. Audiência com o Governador do Paraná Xavier e com o chefe da colonização Liberato Aristides Pereira. Visita ao bispo Barros Camargo. Um lance de olhos pelos planaltos do Paraná.

Capítulo IV

Partida para o Rio dos Patos. Os poloneses dessa colônia. Sua situação atual. Retôrno a Curitiba. Passeio a Rio Negro. Visita ao Pe. Peters. Partida para Lucena. Descrição de Lucena. Pe. Aleixo Iwanow. Queixas e exigências dos colonos. Primórdios da colonização. Os barracos. Os colonos antigos.

Capítulo V

Viagem com o Pe. Peters através do Rio Negro. Características da região. As águas do Iguaçú e chegada a Rio Claro. Visita à colônia. Cavalgada até Passo do Meio. As barrancas do Rio Putinga.

Capítulo VI

Erva-mate. O varsoviano Madzgallo e seu fôrno para secagem do mate. Travessia pelo Putinga. Chuva copiosa. Viagem à beira do precipício. Um acontecimento desagradável. As escuridões da noite. Chegada à "venda" do sr. Gaspar. São Mateus. Os arcos triunfais. Sociedade Pulaski. Recepção solene pelo colono J. O. Flizikowski. Fatos atuais e passados de São Mateus.

Capítulo VII 

Viagem à Colônia Água Branca. Recepção solene. Pe. Przytarski. Viagem a cavalo pelo Rio dos Patos até Palmeira. Volta a Curitiba. Visita ao sr. Bispo e autoridades civis. Obtenção de terreno para a escola polonesa. Meus artigos no jornal "A República". Relações comerciais.

Capítulo VIII

Relações comerciais e industriais. Personalidades polonesas no Paraná. Padres e civis.

Acrescentado ainda artigos: Colonização: O passado e o futuro. Colonização franceza, inglesa, italiana, alemã, eslava. A questão polonesa na América latina.

--

Na palavra introdutória temos interessante trecho:"Por que Estanislau Klobukowski não retornou à Polônia? Quais foram as causas que o levaram à peregrinação pelo Paraná? Paulo Nikodem, no esboço, do qual extraímos o conteúdo para a presente apresentação, afirma que "Dr. Estanislau Klobukowski e Janina Krakow, a Condessa Negra, bem como tantos outros caíram vítimas da tentação que se ocultava sob o véu de "Nova Polônia" - Essa fatamorgana não nasceu às margens do Vístula, mas sim no Brasil. Inicialmente, ao que parece, originou-se de uma carta do influente político do Império Visconde de Taunay ao Pe. Ludovico Przytarski, onde se encontra a expressão "Nova Polônia" e posteriormente surgiu o Distrito com o mesmo nome, nos arrabaldes de Curitiba. Essa concepção trouxe grandes vantagens ao Brasil pois substituiu uma propaganda dispendiosa e atraiu enormes lavas de imigrantes. No Capitulo relativo a Foz do Iguaçu, Klobukowski lembra um episódio, que aconteceu em 1896, antes que o Presidente dos Estados Unidos tivesse solucionado a questão entre a Argentina e o Brasil, a respeito do território das Missões. Certo deputado do Rio de Janeiro teria proferido estas palavras no Congresso Nacional: "Por que nós brasileiros devemos fazer intrigas com a Argentina? Trata-se de uma porção de sertão, de que nem nós, nem os argentinos precisamos. Entregemos essas terras nas mãos de um povo pacífico, ou seja aos poloneses ou aos suíços." Esta idéia visionária norteou Klobukowski e muitos outros. Educado no ambiente democrático francês e suiço, via como numa pequena e superpovoada Suiça congregava-se três nações distintas, sob a mesma bandeira. A Polônia atravessava momentos difíceis de ocupação e escravidão. O ideal de formar, sem armas e sem exércitos, uma colônia, levou os poloneses às margens do Iguaçu. Foi um sonhador. Preferiu o Paraná à sua terra natal. Escolheu o caminho do desprendimento e do sacrifício. Teve energias suficientes para fazer façe às agruras e que podem ser traduzidas pelas estrofes de "Pan Balcer w Brazylii" /Seu Balcer no Brasil/ de Maria Konopnicka: "Ó vós, pais e mães, não choreis, olhando o além mar. Vossos filhos hão de formar uma Nova Polônia em nome de Deus!" Com êsses traços bibliográficos passamos falar de sua obra."

 

Duas folhas mais importantes de obra de Estanislau Klobukowski que falam sobre isso.

".... /Stanislau Klobukowski / Apesar que sexagenário desejava ver mais uma vez Foz do Iguaçu, que conheceu em 1897. Adoeceu em Palmas, ficando impossibilitado de seguir com a expedição que foi realizada sob a chefia de Casemiro Karman e Antonio Janussi dos Santos, cognominado "Bitú", neto de Jerônimo Durski." Quando retornaram da viagem, encontraram a casa aberta e velas acesas no salão. Compreenderam imediatamente o que havia sucedido e foram ao cemitério local, onde puderam chegar a tempo para ver os restos mortais baixarem à sepultura. Isto foi no ano de 1917."

 

Cemitério e igreja em Palmas. Talvez aqui em algum lugar foi enterrado - túmulo dele não encontramos. Si junto com ele foi enterrada a Idea ?.

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume V

Memórias da Revolução Brasileira dos Anos de 1893-1894. Francisco Grabowski.

Comentários e Tradução: Ruy C. Wachowicz. 

Trajetória percorrida pelo Batalhão Polonês durante a Revolução Federalista 1893-1894.

Apresentação

"Paralelo a imigração maciça, os meios políticos brasileiros apresentavam forte tenção. O regime  republicano ainda se apresentava débil e em faze de consolidação. As novas idéias políticas recentemente implantadas no país, ainda estavam em estado de sedimentação. Foi justamente neste conturbado momento histórico brasileiro, que surgiram no sul do Paraná inúmeras colônias, formadas notadamente pela imigração polonesa. Entre outras, encontra-se a colônia de São Mateus, núcleo colonial onde se desenrolaram os principais episódios que culminaram com o surgimento do "batalhão polaco", participante desta revolução federalista. Esta iniciou-se no Rio Grande do Sul, em 1893. Os "picapaus" /governamentais/ e os "maragatos" /federalistas/ iniciaram então um conflito que foi considerado o mais sangrento e cruel  de todos que ocorreram no Brasil. Os revolucionários chegaram a ocupar os estados meridionais do país: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Com a adesão da marinha de guerra, passou para seu controle todo o litoral desde o Estado do Rio de Janeiro, até a Banda Oriental do Uruguai. Entre as características peculiares desta guerra civil, está a participação do lado dos revolucionários, dos imigrantes, a maioria dos quais era recém-chegada ao Novo Mundo. A participação destes no conflito evidenciou-se principalmente em torno da formação dos batalhões que levavam o nome de acordo com a nacionalidade ou procedência dos seus componentes. Assim encontramos o batalhão italiano e o polonês. A participação destes batalhões na guerra fratricida foi acerbamente criticada pelos governamentais, pois lhe eram contrários, enquanto que recebia estímulos e elogios de toda ordem por parte dos dirigentes federalistas. Condenados ou elogiados, o fato é que estas forças desempenharam importante papel dentro da conjuntura político-revolucionária do Brasil de então. Apesar de já ser bastante vasta a bibliografia com relação à revolução  federalista, este capítulo é ainda dos menos estudados. Colombo Leoni e Antonio Bodziak, comandantes respectativamente destes batalhões, são nomes de importância vital para o estudo da federalista e em hipótese alguma podem ser relegados ou até esquecidos. Esta memória monográfica visa, portanto, prencher lacuna dentro da bibliografia da revolução federalista."

Wos Saporski, Stencel, Bodziak e Flizikowski.

Partes: 

Primeira Missa em São Mateus. 

A revolução em São Mateus. 

Marcha sobre a Lapa.

O cerco da Lapa.

Luta em São Mateus.

Mobilização geral e marcha para São Paulo.

Luta e travessia do Rio Uruguai.

A batalha de Três Passos.

A batalha de Passo Fundo.

Batalha de Carovy e morte de Gumercindo.

Batalha de Cruz Alta.

Batalha de Campo Novo e morte de Pogorzelski.

Conclusão.

Lista dos mortos.

Acontecimentos posteriores em São Mateus.

 

Algumas anotações acima de "USTAWA Towarzystwa:"Zwiazek Mlodzierzy Polskiej" em São Mateus Kurytyba 1915. Anotações posteriores, que são prova de atitudes patrióticas destes jovens.

----

Ainda temos: Textos e documentos. Missão dos Padres Missionários Poloneses no Brasil. Colônia Tomás Coelho.  Missões em São Mateus. Missão Polonesa no Brasil  

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume VI

 * Anais da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume VII

 * ANAIS da Comunidade Brasileiro Polonesa. Volume IX

 

 

 * GLUCHOWSKI, Kazimierz. Os poloneses no Brasil: subsídios para o problema da colonização polonesa no Brasil/ Kazimierz Gluchowski; tradução [de] Mariano Kawka. - Porto Alegre: Rodycz & Ordakowski Editores, 2005. 328p.

    Um dos principais livros sobre Imigração Polonesa no Brasil.

 * WACHOWICZ, Ruy, Chrystovam. O Camponês Polonês no Brasil. Curitiba: Gráfica Vicentina, 1981. 149p.

 * VIANNA, Aurélio. Etnia e território: os poloneses de Carlos Gomes e a luta contra as barragens. Rio de Janeiro: CEDI, 1992. 56p.

    Como diz Aurélio Vianna:"Carlos Gomes" /Antes Nova Polônia/ foi o único lugar no Brasil que a Barragem planejada por causa dos protestos populares foi cancelada.

 * DEINA, Mário. Colônia Rio Claro: esta terra tem história. Curitiba: Gráfica Vicentina, 1990. 85p.

 * MALCZEWSKI, Zdzislaw /org./. Polônia e polono-Brasileiros. História e Identidades. Curitiba: Gráfica Vicentina, 2007.

    Atualizada história da Polônia e da imigração polonesa no Brasil.

 = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =

Lembranças de imigrantes poloneses no Brasil 

e brasileiros de origem polonesa = 637

OUTROS = 834

 

 

© Copyright by Dom Polski "Niezapominayka"